A primeira coisa que me impressionou foi o aeroporto… super moderno, dizem que é considerado um dos mais bonitos do mundo. Tem wi-fi gratuito (que não funciona tão bem) e o freeshop é bem bom. Além de ter uma loja da MAC (#todaspira).

Antes de ir, nas minhas pesquisas em blogs de viagens, indicavam pegar taxi (media de 800 pesos) ou o transfer (300 pesos por pessoa) do aeroporto, pegamos um ônibus normal, por 45 pesos cada e deu super certo. Levamos uns 40 min para chegar ao Centro. Mas lembrando que era domingo 8h da manhã. Dizem que enchem, porque eles passam por Punta del Este. Talvez tenhamos dado sorte, apesar do vômito de uma garotinha escorrendo pela rodilha da minha mala.

Na volta, perguntamos no hotel onde poderíamos pegar o ônibus para o aeroporto e nos disseram que não podíamos! Que os motoristas não deixavam entrar de mala. Se é verdade, não sei, mas nós tentamos e conseguimos. Apesar dele ter enchido. Como são velhos, são apertados e fica incômodo com mala. Mas dá pra se encaixar e ir.

(http://s183.photobucket.com/user/jgva44/media/URCUTCSA277Montevideo-Uruguai05-01-2012Felipe.jpg.html)

Bom, chegando no hotel, deixamos as malas e fomos andar. Sou uma pessoa organizada. Do tipo que antes de viajar, pesquisa tudo que pode ser interessante fazer, marca no Maps, salva informações, faz roteiro para saber itinerário, em qual dia…
Esse é o meu mapa: MVD – PDE – BA – COL

Quem vai viajar e não contrata os planos caríssimos de roaming internacional ou não vai pra Europa, onde tem wi-fi na rua, precisa levar um mapa de papel ou um app pro celular, correto? Eu pesquisei algumas opções e a que mais me agradou foi o maps.me http://maps.me/en/home. É só exportar o arquivo .kml do seu mapa do google e abrir no aplicativo.

Mas como eu ainda não estava familiarizada com o meu mapa, fomos para o lado errado. Ao invés de ir em direção à Plaza Independência, cartão postal da cidade, fomos em direção ao terminal de ônibus Tres Cruces. Teria sido ótimo descobrir isso antes de voltar, porque precisávamos ir lá comprar passagens para Punta e Colonia e chegamos bem perto.

Bom, o erro foi bom. Se tivéssemos ido para o outro lado (o certo), teríamos visto praticamente tudo, em meio dia. Além disso, como chegamos no domingo, acabamos dando de cara com a famosa feira da Tristan Narvaja.

Minha impressão geral foi de que Montevideo parou no tempo, na década de 90. E tudo é meio gasto, meio velho e sujo. Os ônibus parecem os daqui, de 30 anos atrás (na verdade, o que pegamos para o aeroporto tinha uma placa da Marcopolo verde e amarela, com algo tipo “produzido no Brazil”). Apesar disso, foi um choque entrar no terminal Tres Cruces… é um shopping!
*não tirei fotos. Fico constrangida de ser “turista japonês”, que tira foto de absolutamente tudo.

(http://uyfreemap.com/interes-general/969011_601249333227180_1845567351_n/)

(http://www.panoramio.com/photo/43145295)

(https://pindalolas.wordpress.com/2013/11/04/colonia-del-sacramento-impossivel-nao-se-encantar/)

Tanto ele, quanto o terminal hidroviário de Colonia (veja bem, estou falando da Paraty do Uruguay) era muito melhores que o aeroporto Santos Dumont, por exemplo. Comparar com a Rodoviária Novo Rio, nem pensar!

A cidade, mesmo sem metrô, é bastante funcional. Só andamos de taxi 2 vezes, por conta do horário apertado. Se não, seria ônibus o tempo todo. Pra todas as partes da cidade, os ônibus são muito baratos, por isso acho desperdício gastar com taxis. E correr o risco de levar volta do taxista.

Mas a maior parte do tempo, foi canela mesmo! E uma dica para quem vai, é se hospedar pelo Centro, de preferência perto da Av 18 de Julio. Dá para fazer praticamente tudo a pé.

Nunca andei tanto na minha vida. (média de 10km por dia)

DICA: Não usei, mas achei em um site esse link que informa como chegar em qualquer ponto da cidade: http://www.montevideo.gub.uy/aplicacion/como-ir

 

Tem mais fotos no meu Flickr, clique aqui, para ver.

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