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Vou começar pelo meu ponto de partida, que na verdade era meio “meio de caminho”, se levar em conta a rua inteira, descendo até a Cidade Velha.

Montevideo tá looonge de ser Paris, mas na Avenida 18 de Julio também tem seus cadeados do amor. Aqui é num chafariz. Bem simpático, até. E mais seguro que uma ponte, convenhamos…

Quem está na cidade no domingo e gosta de conhecer o real do lugar, tem que ir à feira da Tistan Narvaja. Nessa feira tem de tudo: animais, frutas, legumes, verduras, comida de rua e quinquilharia. Muita quinquilharia. Ela se espalha por várias ruas e a maior parte é de objetos usados.

No meio de alguma parte dela, passamos por um senhor vendendo pão com linguiça no molho de vinho branco, com legumes cozidos, que tinha um cheiro tão bom, que até eu comi (sou bastante fresca com comida). Mas era num esquema de, não satisfeito em estar vendendo comida no meio da rua, com a mesma mão em que pegava o dinheiro, ele pegava, sem cerimônia, luvas ou guardanapo, o pão para montar seu sanduíche… mas olha, foi a melhor comida que experimentei por lá!

Descendo em direção à Ciudad Vieja:
Na Plaza Independencia, além do monumento a Artigas, tem o Palacio Salvo, a antiga e a nova sede do poder executivo e a Puerta de la Ciudadela que leva para mais uma caminhada.

Passando a porta, estamos na Ciudad Vieja. Onde está o
Teatro Solis (não fiz por questão de tempo, mas dizem que vale muito a pena fazer a visita guiada). A Sarandí é uma das mais famosas ruas da região. E após
alguns minutos caminhando, chega-se ao Mercado del Puerto.

 

 

Numa outra ponta da cidade, tem a Punta Carretas. Bairro chic de Montevideo. Lá tem um farol (Faro de Punta Carretas – uma bela caminhada até chegar) e um shopping. Confesso não conheci mais nada, porque, simplesmente, não aguentava mais andar.

 

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