Tem mais fotos no meu Flickr. Clique aqui para ver.

Eu tinha o post todo pronto, já programado e o blogger resolveu sumir com ele. Não sei o que vai sair…

Punta é a Miami uruguaia. Tem dondocas desfilando com suas roupas e carros caros, tem praia, prédios bonitos e modernos… e tem brasileiro. Muito brasileiro. Você anda na rua e só se ouve português.

Para quem é pobre e não gosta de praia, não tem nada de mais. Pra quem é rico e tem casa lá, ou pra quem é rico e vai pra lá curtir restaurantes caros de dia e nights agitadas e/ou cassinos a noite, deve ser ótimo. Eu, na condição de turista exploradora, que estava lá para “ver” a cidade, me senti deslocada.

Chega-se à cidade, vindo de Montevideo, em 2h30 e a passagem custou 249 pesos.

Ao sair da rodoviária estamos de frente para a praia onde tem o monumento ao afogado (La Mano), que é uma mão descascando, enterrada na areia, cheia de turista em volta (inclusive eu), tirando foto. Pra quem quer a foto limpa, tem que fazer isso no Photoshop, porque é muita gente.

Tem o Puerto de Punta, que vale sentar à sombra e observar os barquinhos (iates, lanchas…).
Seguindo em frente, tem uma praça onde ficam o Faro e a Igreja da Candelaria. Que assim, nem se compara com a do Rio de Janeiro, mas nada contra, cada um tem o que pode…

Depois de não se deslumbrar com a igreja, você pode seguir
numa caminhada pela Rambla General Jose Artigas, que é passeio
obrigatório, segundo todos os sites de dicas de viagem. Mas esteja
preparado para andar como se não houvesse amanhã.
Ou alugue um carro.

 

Como Punta é, além de rica, uma cidade turística, tem várias armadilhas pros turistões. Almoce em qualquer restaurante sabendo que está pagando mais do que deveria. Depois tome um Freddo, sentado numa das mesas da calçada, observando os brasileiros passarem.

Nós não curtimos sol, então nem levei bikini para ficar na praia (mas ganhei uma bela marca da gola do vestido, que está aqui até hoje), por isso trocamos a passagem e voltamos mais cedo do que o planejado. Simplesmente porque não tinha mais nada pra fazer. (E não estávamos afim de procurar.)  Foi bem fácil fazer a troca.

Quer dizer, tinha a Casapueblo e o Museo Ralli pra visitar, mas eram muito distantes do centro e um do outro. Depois de tudo, não quisemos arriscar. Mas dizem que a Casapueblo é um must go.

 

 

 

 

 

Disqus

casadocecasa

Wordpress

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *