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Eu não falo espanhol. Antes de ir, falei que estava confiando no namorado pra gente sobreviver. E ele conseguiu, com louvor, se comunicar no Uruguai. Quando entramos na Argentina ele falou “agora muda tudo. Não sei mais nada”. E gente, realmente, como é difícil entender o espanhol deles! Mas todos, também muito solícitos e educados.

Lá também se cobram cubiertos e disseram que no Porto Madero, pode chegar a 50 pesos por pessoa. ABSURDO.
Pra quem quer andar de ônibus, tem que ter um cartão SUBE, que vende em quase todas as bancas de jornal, ou estações do metrô. Custa 30 pesos e não sei o que fazer com o nosso. Deve vender na banca perto do câmbio do terminal Buquebus (pra quem chega de balsa).
Pra andar de metrô, pode comprar bilhetes unitários. Metrô, se chama SUBTE. E nem toda estação tem a opção cometer erros… se você errar e quiser sair do trem e entrar no outro, retornando, vai ter que pagar uma nova passagem.
Por isso que se pegar o metrô na hora do hush, fique atento ao lado de descida, pois pode ser que não tenha como sair da lata de sardinha.
Dentro dos trens tem o desenho do percurso da linha. As estações que tem uma bolinha cortada, descem pelo lado esquerdo, as que tem bolinha cheia, descendo do lado direito. (mas pode ser o contrário, não sei.)
Como em todo lugar, de toda cidade, não se pode dar bobeira. Tem que ficar atento aos pertences.
Ainda estou sentindo falta das medialunas. As da cafeteria Bonafide (Avenida Callao, 1155) são deliciosas! (apesar de considerar nosso café da manhã mixuruca, que era feito lá, concedido pelo hotel que ficamos. Olha:)

 

Restaurante La Madeleine (Avenida Santa Fe, 1726) tem umas massas de-li-ci-o-sas e empanadas também.
Se for pro lado de Palermo e estiver com fome, passe na rotisseria Haysam (Avenida Raúl Scalabrini Ortiz, 1603). Preço justo, e esfihas muito boas. A apimentada e o bolinho de verdura, ó (Y).

 

 

Eu saí daqui com uma lista e o objetivo de experimentar os alfajores e doces de leite indicados pela net. Vejamos:
– O alfajor nº 1 era o Cahafaz (da foto lá de cima). Esse de maizena, é muito bom, gordo, cheio de recheio e sem chocolate pra atrapalhar o sabor do doce de leite.
– Já do tradicional, coberto de chocolate, prefiro Havanna mesmo. Menos seco.
– E vamos à categoria mais importante… O melhor doce de leite, segundo sites, seria o La Salamandra. Rodei todas as lojas possíveis e não tinha. Pesquisei na internet e encontrei um site falando que faliu! (aí fica difícil…) Maaaas, minha querida amiga que estava em Foz do Iguaçu, no mesmo período, disse que SÓ achou dele. Vai entender…
– Me apaixonei pelo feinho La Sereníssima (estilo colonial, porque tem dois tipos). Apaixonei de verdade. É o melhor doce de leite que já comi em-toda-a-vida. Sem exageros.
Então, fazendo um ranking, temos:
1º lugar “disparado, 50 casas na frente”: o La Sereníssima;
2º lugar, “não fede nem cheira”: Havanna;
3º lugar, “maior decepção”: La Salamandra.
Nesses dois, sente-se que tem açúcar. São mais “aguados” e doces (Havanna é um pouco menos, mas ainda não me agradou tanto). O La Salamandra é igualzinho à almofadinha chup-chup da minha infância (creme de açúcar). O Serenísima não, nele você tem a sensação de ser feito de leite purinho. Encorpado, sem açúcar adicionado. Diliça. <3

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