Antes que alguém se assuste, não, eu não quis dizer que com o Spotify, chegaram ao fim as playlists.

Pelo contrário! Estou viciada em descobrir novas músicas (como há muito não fazia, por conta do Itunes ser meio bosta), através das playlists infinitas que tem no programa. Estou amando poder, a cada dia, ouvir uma música completamente desconhecida até então.

O único problema é o preço. Está rolando uma promoção, responsável por me fazer descobrir esse universo, onde a gente paga R$1,99 pra 3 meses de conta premmium (não tem propaganda e dá pra ouvir as músicas sem conexão de internet). Mas gente, o que eu vou fazer depois que esse período de degustação acabar?!

Entenda, eu sou o tipo de pessoa econômica e controlada, que pensa bem antes de gastar dinheiro. Dar R$15, todo mês, só para ouvir música, me parece muito desperdício.

Estou sofrendo.

Ah! O fim das playlists, do qual falei no título, é a respeito das minhas playlists do 8tracks, que eu postava uma vez por mês, com músicas legais. Para eu fazer aquilo, tinha que ter a música no meu computador e fazer o upload no site. E muitas das vezes dava erro de conexão e tinha que começar do zero. Quer dizer, muito trabalho.

Com o Spotify eu não preciso ocupar tanto espaço e tenho acesso instantâneo a qualquer música do mundo (ou quase).

Então, sem posts de música daqui pra frente. Mas quem quiser me seguir lá no Spot, tá aqui meu perfil: anacantarini

(Imagem: Christian Hartmann/Reuters)

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2 respostas para “Spotify e o fim das playlists”

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