Divertida Mente entrou pra lista de filmes sensacionais da Pixar. Em alguns momentos a gente até esquece que é infantil, tamanha profundidade do tema e drama envolvido na história.

E acho que todo mundo acaba se identifica com ele. Os sentimentos foram absurdamente bem representados e percebemos que precisamos, sim, ter todos dentro de nós! Até a Tristeza.

Eu, inclusive, que antes de assistir me identifiquei com ela, a Tristeza, ao longo do filme fui percebendo que, na verdade, a maior parte da minha vida foi comandada pela Alegria (me apaixonei pela personagem e quis que ela jogasse a Tristeza do penhasco #prontofalei), apesar de que, sim, volta e meia a Tristeza ia lá meter a mão no controle, sem ser chamada.

Percebi que como aconteceu com a Riley, no início da adolescência foi difícil para entender os sentimentos e que depois eles pareceram amadurecer e que era normal e saudável eles se misturarem.

Estou apaixonada pelo conceito do filme e acho que merece ser até estudado! Porque é aquilo ali mesmo!

Se você não viu, veja. Não perca essa oportunidade.

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