Essa semana comemoro o início do meu ano pessoal. Mas lá no dia 1/1 eu decidi fazer algumas mudanças na vida e hoje vou fazer um balanço parcial de tudo. Pode parecer um texto sem pé nem cabeça, mas pra mim faz sentido.

E meu namorado diz que ninguém gosta de ouvir derrota. Mas esse é um relato sincero sobre uma vida de tentativas. Porque é assim que a gente cresce, né? …NÉ?!

***

Quando eu decidi fazer aquele desafio dos 356 Dias Mais Confiante, a ideia parecia ótima (ainda parece) mas em algum momento eu simplesmente perdi a vontade de continuar. Ok, não funciono quando sou imposta a regras. Eu me senti oprimida pela obrigação de ter que postar qualquer coisa, quando não tinha muita ideia do que fazer, já na segunda semana. A obrigação tirou toda a graça da ideia e eu me perdi.

Mas a verdade é que não era só isso, eu não via muito futuro em nada do que estava fazendo (em todos os aspectos da vida) e isso me afetou. Eu me perdi em um sentido muito maior que não honrar um simples desafio.

Bem nesse momento eu li um post da Sernaiotto (Por favor, leia aqui, vale a pena) sobre o livro “O Ano Em Que Disse Sim” da Shonda Rhimes, e me identificar até a o último ponto. (Até mais com o post do que com o próprio livro.)

É sobre a evolução de uma pessoa em se aceitar, se impor, sobre dizer não a pessoas toxicas e ser mais auto confiante. Sobre descobrir a própria beleza, a força interna e a felicidade. Tudo que eu busco, porque é o que eu não consegui.

E ainda mais por acaso, logo depois de acabar de ler o livro, vi La La Land. Na verdade, primeiro vi esse vídeo do Felipe Neto que me deixou com muita vontade de ver o filme. (Desde Os Miseráveis tenho trauma de musical)

E é um filme delicioso. Momentos de canto e dança, com uma fotografia super interessante e um final… diferente. Tudo embalado por jazz. Posso dizer que é um dos filmes que mais me agradou e encantou ultimamente. (Não curti taaanto assim A Chegada.)

Basicamente, La La Land conta a história de uma jovem que larga o que parecia mais certo de se fazer (faculdade de direito) e vai em busca do sonho de viver de arte, no caso, ser atriz em Hollywood. Depois de ouvir muitos nãos, de ouvir que ela não era boa, de sequer prestarem atenção nela, ela desiste. Ela se desacretida e simplesmente para.

Bom, talvez só eu entenda a ligação complexa disso tudo, porque só eu sou afetada pela minha história. Mas tudo foi se encaixando, sabe? Nãos, pessoas tóxicas, sonhos frustrados, falta de confiança… tudo que me faz pensar se vale a pena continuar brigando com o universo.

As vezes acho que a gente vive no Show de Truman. Mas essa teoria contou numa outra oportunidade.

O que importa é que daqui pra frente, sem pressão e sem obrigação, ter mais duroneza (1. reconhecer e aceitar as próprias realizações e habilidades, 2. viver a vida com autoridade: um estado de espírito que envolve amar a si mesmo.) é meu objetivo. Dizer sim pra mim mesma e aprender com o processo.

É isso: só aprender com o processo.

 

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casadocecasa

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8 respostas para ““O Ano Em Que Disse Sim” + “La La Land””

  1. Apesar de parecer sem pé nem cabeça, seu texto fez mto sentido pra mim! Ano passado foi um ano turbulento dentro de mim! Mtos questionamentos, mudanças, frustrações, zona de conforto…e La La Land tb me tocou nesse quesito!
    Obrigada por compartilhar isso! Vou ler esse livro!

  2. Você fez aniversário Ana!!!! Que amor! Parabéns, flor! Que você realize todos os seus maiores sonhos e até mesmo os que você nem ousou em sonhar! Que a vida te dê alegrias e mais alegrias! Estou com a Amanda, o seu trabalho é lindo, você é uma grande designer e tenho certeza que você já está no rumo que irá te levar para longe!
    Adorei as dicas, já abri o post da Lominha e você me enconrajou mais um pouquinho para ver o La la Land! <3

    Beijo grande! Um belo ano para ti! Thamyrez

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